06 maio 2013

[Resenha] "Bilionários por acaso: A criação do facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição" de Ben Mezrich

Editora: Intrínseca
Páginas: 228
Best-seller do The New York Times, Bilionários por acaso é uma narrativa em alta voltagem sobre dois estudantes desajustados de Harvard que tentavam aumentar suas chances com o sexo oposto e terminaram criando o Facebook.
Protagonizada pelo brasileiro Eduardo Saverin, estudante de economia, e pelo norte-americano Mark Zuckerberg, gênio da informática - amigos que sobreviviam num ambiente repleto de alunos brilhantes de famílias supertradicionais - mostra a trajetória da criação da rede social que se tornou uma das mais poderosas empresas do mundo e que revolucionou a maneira como milhões de pessoas se relacionam.Ben Mezrich revela os detalhes picantes dos bastidores dessa verdadeira saga, em uma narrativa movida a altas doses de paranoia, sexo, bebida, talento, alguma droga e muita ambição, entre investidores poderosos, mulheres maravilhosas, a busca do estrelato social e muitas, mas muitas intrigas. Criado para unir as pessoas, a história do Facebook é de desavenças e separação.



Sou totalmente suspeito para falar sobre “Bilionários por Acaso a criação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição” afinal sou um fã imensurável de tal rede social, mas vou tentar.

Em Bilionários por Acaso o autor, Ben Mezrich, tenta descrever com a maior precisão possível a criação da rede social que revolucionou a história da internet nos últimos tempos. Mostrando desde o momento que Eduardo Severin se encontra pela primeira vez em Havard com Mark Zuckerberg até o processo judicial que ocorreu quando o Facebook já era um fenômeno mundial.

Quando comprei o livro minha primeira a impressão ao ler o subtítulo “Uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição” foi que tinha um pouco de exagero, mas a partir do momento que comecei a lê-lo percebi que, em uma biografia onde os protagonistas são dois universitários, nada pode ser exagerado. Realmente nós temos uma história bilionária, com um gênio da computação que também é o maior sacana em relação a trair seus próprios amigos em busca do sucesso e muitas cenas de sexo.  Chega a ser rotineiro encontrar durante o livro o verbo “trepar” em todas as suas conjugações possíveis.

Tenho que confessar que essa foi a primeira vez que leio um livro no qual fizeram um filme a altura. Como disse na minha primeira Caixinha Encantada, o filme A Rede Social foi inspirado neste livro e me surpreendeu tamanha qualidade. Então, para quem não gosta de ler (infelizmente existem pessoas assim) ou quem não gosta de livros biográficos eu recomendo o filme, obvio que não vai ter as cenas de sexo e nem as diversas conjugações do verbo “trepar” mas vale a pena mesmo assim.

Lado Negativo: Foram as passagens de tempo, principalmente na transição de um capitulo para o outro onde diversas vezes eram confusas e mudavam por completo o foco da história.
Lado Positivo: durante todo o livro você tem notas de rodapé explicando quem era tal pessoa, o que era tal lugar, afinal de contas o enredo se passa em outro país, com outra cultura e era totalmente necessário para compreensão da história.

Super Abraço, Victor Rosa :)

05 maio 2013

Lançamentos #1

Olá caros leitores, eu separei alguns lançamentos bem legais e que com certeza entraram na minha listinha do Preciso Ler Urgentemente. Vamos dar uma olhadinha?


 Um Gato de Rua chamado Bob
Um Gato de rua chamado BOB, pela editora Novo Conceito:É uma tarde de outono em Covent Garden, Londres. Trabalhadores correm para o almoço, turistas brotam de todos os lados e clientes entram e saem das lojas.No meio de tudo isso está um gato. Usando um vistoso lenço Union Jack em volta do pescoço e cercado por uma multidão de 30 espectadores de boca aberta, Bob, o gatinho cor de laranja, sorri — é, sorri — timidamente.Próximo a ele, está seu dono James Bowen, com seu violão surrado, cantando músicas do Oasis. Então, ele para de tocar e se abaixa para Bob: “Vamos, Bob, cumprimente!”, diz. Bob mexe os bigodes, levanta uma pata e a estende para James. A multidão assobia. Não é todo dia que se vê um gato sentado, calmamente, no centro de Londres, aparentemente sem se abalar com o barulho das sirenes, os carros passando e todo aquele movimento — mas Bob não é um gato comum...





Na Companhia das Estrelas



Na Companhia das Estrelas, pela Editora Novo Conceito:Em um mundo devastado pela doença, Hig conseguiu escapar à gripe que matou todo mundo que ele conhecia. Sua esposa e seus amigos estão mortos, e ele sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado com seu cachorro, Jasper, e um único vizinho, que odeia a humanidade, ou o que restou dela.Mas Hig não perde as esperanças. Enquanto sobrevoa a cidade em um avião dos anos 1950, ele sonha com a vida que poderia ter vivido não fosse pela fatalidade que dizimou todos que amava. Hig é um guerreiro sonhador. E tem uma imensa vontade de gente, apesar da desilusão que se abateu sobre ele. Por isso é capaz de arriscar todo seu futuro quando, um dia, o rádio de seu avião capta uma mensagem...






Armadilhas da mente
Armadilhas da Mente, pela editora Arqueiro:Camille é mulher bela, rica e brilhante, capaz de deixar as pessoas impressionadas com sua habilidade de debater e argumentar. Mas seus diplomas e seu intelecto não foram suficientes para evitar que se tornasse vítima de suas próprias emoções. Casada com o banqueiro Marco Túlio, Camille sempre foi fechada em seu próprio mundo.Crítica, obsessiva, pessimista, não gostava de ser confrontada e não se curvava diante de ninguém, nem de psiquiatras ou psicólogos. Não concluía nenhum tratamento. Vendo a depressão, as manias e as fobias de sua esposa se agravarem, Marco Túlio resolve comprar uma linda fazenda para que ela possa se afastar do estresse da cidade, respirar ar puro, se reconectar com a natureza e, quem sabe, com ela mesma. Mesmo assim, transtornos mentais a impedem de sair de casa e pesadelos constantes não a deixam dormir. Enclausurada em sua própria mente, Camille piora a olhos vistos. A reviravolta, porém, muitas vezes começa onde menos se espera. Quando conhece o excêntrico jardineiro da fazenda, Camille se surpreende com sua inteligência e, ao interagir com ele, a alegria volta pouco a pouco ao seu coração. Em seguida entra na sua vida o sábio e instigante psiquiatra Marco Polo, que a estimula a superar os conflitos e procurar um personagem que deixara pelo caminho: ela mesma. Camille terá que aprender a se perdoar e a compreender pessoas “imperdoáveis”. Profundo e emocionante, Armadilhas da mente é uma aula de filosofia e psicologia, que mostra que os labirintos da psique humana são bem mais complexos do que qualquer um de nós é capaz de imaginar.




02 maio 2013

[Resenha] As vantagens de ser invisível de Stephen Chbosky

Editora: Rocco
Páginas: 223
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.




Absolutamente incrível. O autor consegue transmitir a seus leitores exatamente aquilo que o personagem Charlie sente. Infinito.
Não há uma maneira lógica de descrever como me senti ao acabar de ler o livro. Todos os meus princípios e teorias sobre a vida tomaram rumos malucos e, ao mesmo tempo em que tudo se tornava confuso em minha mente, eu refletia. Ler este livro aguçou mais ainda a minha capacidade de reparar e apreciar os mínimos detalhes da vida.
O livro narra a história de um garoto adolescente totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade. De início ele não possui uma vida social, muito menos amigos. Ao desenrolar da história sua vida muda quase que completamente, mas o seu caráter não. Ele continua sendo puro, honesto, sincero e amoroso e o autor consegue transmitir cada sentimento de maneira perfeita e inacreditável. Em alguns momentos eu consegui assistir às cenas em minha mente sem nunca ao menos ter assistido ao filme.
Sua família, seus amigos, um amigo em especial e misterioso no qual ele manda cartas e no qual a narrativa do livro se baseia. Tudo está minuciosa e perfeitamente encaixado. A cumplicidade e excentricidade da sua família intriga qualquer um. O fim do livro foi a pior parte. Fica a vontade de uma continuação, um vazio se instala no coração.
As pessoas deveriam seguir os princípios de Charlie. Bondade acima de tudo e sempre que puder, parar e se sentir infinito. Para sempre. 
                                           


27 abril 2013

[Encantos Para um Sábado] Julieta




ENCANTOS PARA UM SÁBADO inspirado no meme Teaser Tuesday (Trechos de Terça) hospedado por Me, Myshelf and I, cujo objetivo é postar um trecho do livro que estamos lendo sem spoilers.

"Vez ou outra, dava aulas para adultos, mas preferia de longe as crianças - talvez por ter uma boa dose de certeza de que elas gostavam de mim. Minha primeira pista disso era que sempre se referiam aos adultos como se eu não fosse um deles. Eu ficava feliz por elas me aceitarem como uma delas, embora soubesse que isso não e propriamente um elogio. Significava apenas que elas desconfiavam que eu também nunca havia crescido de verdade e que, mesmo aos 25 anos, ainda dava a impressão de ser uma adolescente trapalhada, que lutava para articular -ou, com mais frequência esconder - a poesia que levava em minha alma."





Me apaixonei demais pelo livro. A autora consegue abordar com tamanha delicadeza diversos temas em um único livro como romance, suspense, curiosidade além de apresentar um pouco sobre a cultura italiana.

Super Abraço, Victor Rosa :)

23 abril 2013

Dia Internacional do Livro

Então querido leitor hoje, dia 23 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Livro mas você sabe como ou porque surgiu essa data?
Segundo o Wikipédia:
        

O Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha, uma região da Espanha.
"A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona,Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.
Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol.
No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.
Mais tarde, em 1995, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.
No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregorianousado em Espanha. Assim Shakespeare faleceu efetivamente 10 dias depois de Cervantes."
Então só resta comemorar o Dia Internacional do Livro do jeito que mais gostamos: LENDO.

Super Abraço, Victor Rosa :)

22 abril 2013

[Resenha] Sussurro - livro 1 da série Hush, hush - de Becca Fitzpatrick

Editora: Intrínseca
Páginas: 260
Nota: 5/5
Se apaixonar nunca foi tão fácil… ou tão mortal. Para Nora Grey, romance não era parte do plano. Ela nunca se sentiu particularmente atraída por nenhum garoto de sua escola, não importa o quanto sua melhor amiga Vee os empurre para ela. Não até a chegada de Patch.
Com seu sorriso tranquilo e olhos que parecem enxergar dentro dela, Nora é atraída por ele contra seu bom senso. Mas após uma série de acontecimentos aterrorizantes, Nora não sabe em quem confiar. Patch parece estar onde quer que ela esteja, e saber mais que ela do que seus amigos mais íntimos.Ela não consegue decidir entre cair nos braços dele ou correr e se esconder. E quando tenta encontrar algumas respostas, ela se acha próxima de uma verdade que é bem mais perturbadora do que qualquer coisa que Patch a faça sentir. Pois Nora está bem no meio de uma antiga batalha entre os imortais e aqueles que caíram – e, quando se trata de escolher lados, a escolha errada poderá custar sua vida.


Nora Grey sempre sentou-se durante as aulas com Vee, sua melhor amiga, até que um dia seu professor de biologia resolveu trocá-la de dupla e colocou-a com Patch Cipriano, um aluno misterioso, bad boy, do tipo que as taradas piram, o pior era que Nora não sabia nada sobre esse misterioso aluno mas ele a conhecia melhor do que ninguém. Desde então a vida de Nora virou de ponta cabeça além de estar perdidamente apaixonada por uma pessoa cuja vida é um imenso segredo ela começa, simplesmente do nada, a ser perseguida por um assassino mascarado tornando cada minuto de sua vida um eterno perigo.

Becca Fitzpatrick consegue desenrolar na série "Hush, hush" uma história emocionante e incrivelmente agradável de se ler. Tudo bem que as vezes é possível notar uma certa semelhança com Crepúsculo (alguns dizem que é apenas Crepúsculo com anjos, o que discordo) mas é algo extremamente normal a partir do momento que ambas histórias retratam temas e personagens de um mundo irreal, porém, mesmo assim, a autora consegue tornar o romance original do começo ao fim, começando pelos personagens: desde quando Bella teria uma melhor amiga tão louca quanto Vee? Capaz de arrancar boas gargalhadas mesmo no momento mais tenso do livro.

Outro ponto importante é o jeito que a autora guia e finaliza o livro, você só descobre quem é o sujeito mascarado próximo ao final do livro e até lá, pelo menos comigo, todos meus palpites de quem ele era estavam absolutamente errados.

Ouvi e li dezenas de elogios em relação a capa mas, pessoalmente, não achei ela esse "tão todo", só comprei o livro porque estava com pouco dinheiro procurando algo na promoção e lá estava ele pela metade do preço e totalmente acessível as minhas condições financeiras, além de lembrar que uma amiga havia falado super bem dele, então resolvi comprar. A única coisa que posso comentar é que até hoje agradeço-a por ser a ponte que me guiou ate tal obra.

Comentário: Ele é um anjo caído, ela uma humana "diferenciada" e uma disputa entre raças capaz de pirar com o psicológico de qualquer um, isso meus amigos é HUSH, HUSH.

Super Abraço, Victor Rosa :)